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Segurança

IMPRENSA

Revista Manutenção&Tecnologia nº91 Out/Nov 2005

09/07/14

     Equipamentos pela floresta

     O parque industrial do setor das empresas produtoras de papel e celulose no Brasil, pela sua dimensão, determina uma demanda firme de equipamentos florestais, otimizando a mecanização do setor, face às exigências de segurança no trabalho, às juntas pressões ambientais existentes e ao objetivo permanente da máxima produtividade.
     Como principal usuário desses equipamentos, a indústria de papel e celulose processa milhares de árvores reflorestadas, para gerar 2,5 mil tonelada-dia de celulose branqueada de eucalipto.
     Confira na reportagem sobre Equipamentos Florestais, nessa edição da Revista M&T, quais são e como agem as empresas, nacionais e internacionais, que investem nesse mercado.
     A Revista M&T acompanhará o desempenho desse setor de equipamentos  para o corte, manuseio, carga e transporte de madeira: as empresas procuram cada vez mais desenvolver equipamentos e implementos adequados às exigências da atividade da atividade florestal.
     Abordando esse tema, nesta e em futuras edições, esperamos atender às expectativas de nosso leitores quanto ao conhecimento da tecnologia da operação de equipamentos florestais.
     Boa leitura!

     Máquinas otimizam colheita  
     Tecnologia resulta em árvores colhidas, desbastadas, cortadas e transportadas com mais eficácia e proteção ao trabalhador

     O Brasil tem 14,5% de todas as florestas do planeta, distribuídas em 64,5% do território de 850 milhões de hectares.
     Até 2000, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) quantificava em 544 milhões de hectares as florestas nativas brasileiras e em apenas 5 milhões de hectares as florestas plantadas.
     É justamente nessa pequena fração, correspondente a 0,9% de todas as florestas do Pais (área de reflorestamento), onde os equipamentos desenvolvidos para colheita florestal estão em atividade.
     Nela a Indústria de Celulose e Papel, direta ou indiretamente, mantém máquinas cortando, colhendo, traçando e transportando madeira para transformar e agregar valor.
     A extração de árvores para fabricação de móveis ainda se vale em grande parte de florestas nativas onde o corte é feito por motosserras e a colheita tem baixa mecanização.

     A utilização das madeiras florestais para fins industriais e comerciais é feito ainda pelas indústrias químicas da construção civil e energética carvão e biomassa.

     Na indústria de celulose e do papel a utilização de equipamentos florestais é intensiva especialmente nos reflorestamentos das espécies Pinus sp e Eucalyptus sp empresas como Aracruz Celulose lider mundial na produção de celulose branqueada de eucaliptpo Veracel Internacional Paper Votorantim Celulose e Papel VCP e Melhoramentos são grandes consumidoras de equipamentos.

     Fabricantes nacionais ou mesmo multinacionais que se iniciam no mercado brasileiro de equipamentos para colheita e transporte   florestal têm ocupado espaços significativos guardadas as proporções frente ao universo desse segmento.

     A empresa JM Steger é uma delas Ela comercializa basicamente gruas florestais de 5 3 m comprimento do braço esticado a 8 m Vende também garras do diâmetro entre 0 30 até 1 0 m2.

     A montagem das gruas depende de um projeto técnico.

     O rotator gira no sentido horário e anti horário continuamente e tem capacidade de carga de 6 mil Kg a 16 mil Kg esplica o sócio diretor da 

JM.Steger José Marcos Steger Tel 55 11 2533 6287 Cel 55 11 99951 9302.

     Os produtos vendidos por Steger são da gaúcha PenzSaur (uma união da européia Penz com a brasileira de Panambi-RS, Saur).

     Hoje os braços PenzSaur estão em equipamentos como os Randon e fazem a colheita e baldeio em empresas como Votorantim Celulose e Papel (VCP), Aracruz Celulose, Binoto e Ibirá.

     Steger lembra que a manutenção dos equipamentos florestais fica a cargo do próprio usuário seguindo um cronograma de paradas para trocas de óleos filtros e peças de desgaste.

     A manutenção deve ser preditiva e preventiva, uma vez que a jornada de trabalho é de 24 horas, exigindo o máximo de disponibilidade dos equipamentos.

     "O plano de manutenção é particular para cada projeto de abastecimento ás indústrias", diz. Certos cuidados não podem ser esquecidos, como a quantidade de óleo da grua, que tem um único reservatório de óleo para alimentar todo o sistema. Uma vez contaminado esse óleo, vai circular por todas as partes lubrificáveis da máquina e prejudicar seu perfeito funcionamento. 

     O sócio-diretor da JM.Steger explica que uma grua florestal é dividida em braço, rotator, garra e opcionais, montada em trator com potencia de cerca de 120 HP. O preço médio (de tabela sem opcionais) de uma grua está entre R$ 52.800,00 e R$ 98.800,00. 
     "Hoje a indústria de celulose e papel está dobrando sua produção e não vence a demanda" , constata, Ele comenta que o mercado de máquinas florestais vendeu mais em 2005 do que havia vendido em 2004.

     A tendência é de crescimento e os prestadores de serviço devem e star preparados para a mecanização, se quiserem continuar nesse mercado.

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